Luciano Quadros: “Resultado vergonhoso”
Técnico do Audax Rio mostra insatisfação com atuação da
equipe e fala de reforços
O técnico do Audax Rio, Luciano Quadros, avaliou de forma bem
direta o que foi sua equipe na derrota para o Angra dos Reis. O resultado,
segundo o comandante, foi vergonhoso, mas salientou que seu time teve chances e
que o adversário aproveitou os erros do seu time.
-Eu avalio como resultado vergonhoso, pelo placar, mas
buscando friamente o jogo em um primeiro tempo onde ficamos com a bola o tempo
inteiro, dominamos a partida, criamos algumas situações laterais de jogo. Colocamos
uma bola na trave, tivemos outras situações, e no erro individual de ficar um
pouco mais com a bola, roubaram e fizeram o gol. Então isso o que eu peço, ter
mais paciência. O adversário se fecha, o adversário mostra que não tem tanta
qualidade assim, e se fecha buscando o nosso erro e é aí que o nível de
concentração dos atletas tem que aumentar. Mas tudo isso é feito no dia a dia,
trabalhado e conversado, infelizmente quem vai para o campo são eles e ainda a
gente quer convencê-los de um futebol melhor, um futebol bem jogado um futebol
de nível de concentração alto. Então eu acredito que nós estamos engatinhando
ainda. Disse.
Com um time em sua maioria formada por jovens, Luciano
ressaltou que a juventude foi um dos fatores para o jogo apresentado. E que
este fator foi preponderante desde a montagem do grupo.
-Não é que faltou, falta desde o início. Na montagem do grupo,
a gente percebe, eu que cheguei depois, que é uma equipe muito jovem, dois ou três
jogadores mais experientes, que ainda requer uma parte física e um
condicionamento melhor. Mas, há uma dificuldade nisso. Estamos em abril e ainda
temos clubes pelo país que estão se montando e se entrosando, imagina o Audax. É
um time muito jovem, e chegaram alguns jogadores e nós esperamos documenta-los.
Comentou.
Quadros afirmou que sua equipe requer ainda um tempo para se
preparar, e que este não é um problema somente do Audax, e que seu time ainda
precisa se aprimorar pela parte técnica.
-Claro que a parte tática ainda precisa ser montada. Eu já
vejo uma espinha, um bom time dentro de campo, bem agrupado, mas uma coisa eu
falo para eles: a parte técnica. O atleta precisa entender que o futebol é um
jogo coletivo mais individual que existe, porque eu exercendo bem minhas funções
eu consigo dar mais para o meu time. Hoje, nós técnicos somos fundamentais em
um clube, pois a individualidade técnica está em falta. Opinou.
Eliminado, o time tem tempo para acertar, e, para isso, já
traz reforços que o técnico conhece e que são pontuais, como ele mesmo informou
as posições carentes.
-Meias, volantes, lateral esquerdo e zagueiro. Contratamos um zagueiro, dois volantes, dois meias atacantes, um centro avante e um lateral esquerdo. São jogadores rodados como o Denílson, Castro, Ortega, Alex Silva, Valmir e o Giba, são jogadores que eu conheço e que vieram para acrescentar e sabem o meu método de trabalho. Encerrou.
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